sábado, 10 de janeiro de 2009

Papo de psicopata

Responda rápido, qual a semelhança entre essas duas mulheres?



Como algo pode ser fantasmagórico e excitante (no sentido sexual mesmo) ao mesmo tempo?
Algo que te assusta, mas também te atrai. Essa é a sensação predominante no episódio da série Masters of Horror intitulado Jenifer.

Dirigido pelo mestre italiano do terror, Dario Argento, o filme, em uma hora de duração, relata a história de um policial que vê sua vida ruir quando encontra Jenifer, uma garota com o rosto deformado e, aparentemente, com sérios problemas mentais.

Sensação semelhante a citada no início desse post pode ser experimentada ao ouvir a voz de Beth Gibbons, vocalista da banda Portishead. Sua voz sussurrante transmite um misto de pânico e sensualidade único na música atual.

Assista Jenifer e ouça Portishead. Te desafio a decifrar essa sensação.

Ok, isso está parecendo conversa de louco, mas faça a experiência e você entenderá melhor.

Segue o trailer de Jenifer (obviamente não tão impactante quanto o filme em si) e uma apresentação do Portishead tocando Nylon Smile, do sensacional Third, em um programa da TV francesa.







domingo, 4 de janeiro de 2009

Listas, listas e listas

Enquanto minha modesta lista de melhores álbuns de 2008 não fica pronta, seguem as opiniões de alguns dos mais importantes veículos internacionais de música.




01. Lil Wayne – Tha Carter III
02. Girl Talk – Feed The Animals
03. TV On The Radio – Dear Science
04. Metallica – Death Magnetic
05. Hot Chip – Made In The Dark
06. Robyn – Robyn
07. Of Montreal – Of Montreal
08. Randy Newman – Harps and Angels
09. Vampire Weekend – Vampire Weekend
10. Fall Out Boy – Folie A Deux




01. MGMT - Oracular Spectacular
02. Fleet Foxes - Fleet Foxes
03. Dr. Dog - Fate
04. TV On The Radio - Dear Science
05. Foals - Antidotes
06. Bon Iver - For Emma, Forever Ago
07. She And Him - Volume One
08. M83 - Saturdays = Youth
09. Cut Copy - In Ghost Colors
10. The Dears - Missiles


01. Coldplay - Viva La Vida or Death And All His Friends
02. MGMT – Oracular Spectacular
03. Portishead - Third
04. Nine Inch Nails – Ghosts I-IV
05. The Ting Tings – We Started Nothing
06. The Kooks - Konk
07. Death Cab For Cutie – Narrow Stairs
08. Hot Chip – Made In The Dark
09. Jack Johnson – Sleep Through The Static
10. Sigur Ros - Með suð í eyrum við spilum endalaust



01. Amadou And Mariam – Welcome To Mali
02. The Bug – London Zoo
03. Plush – Fed
04. TV On The Radio – Dear Science
05. Shugo Tokumaru – Exit
06. Bon Iver – For Emma, Forever Ago
07. Fleet Foxes – Fleet Foxes
08. Nick Cave – Dig!!! Lazarus Dig!!!
09. Neil Young – Sugar Mountain: Live At Canterbury House 1968
10. Robyn – Robyn


01. Fleet Foxes - Fleet Foxes
02. The Last Shadow Puppets - The Age Of The Understatement
03. Paul Weller - 22 Dreams
04. Bon Iver - For Emma, Forever Ago
05. Nick Cave & The Bad Seeds - Dig, Lazarus, Dig!!!
06. The Hold Steady - Stay Positive
07. Glasvegas - Glasvegas
08. The Week That Was - The Week That Was
09. The Bug - London Zoo
10. Neil Diamond - Home Before Dark




01. MGMT – Oracular Spectacular
02. TV On The Radio – Dear Science
03. Glasvegas - Glasvegas
04. Vampire Weekend – Vampire Weekend
05. Foals – Antidotes
06. Metronomy – Nights Out
07. Santogold – Santogold
08. Mystery Jets – 21
09. Kings Of Leon – Only By The Night
10. Friendly Fires – Friendly Fires


01. Deerhunter – Microcastle / Weird Era Cont.
02. TV On The Radio – Dear Science
03. No Age - Nouns
04. Hercules And Love Affair – Hercules And Love Affair
05. Fleet Foxes – Fleet Foxes
06. DJ Rupture - Uproot
07. Fucked Up – The Chemistry Of Common Life
08. Vampire Weekend – Vampire Weekend
09. Cut Copy – In Ghost Colours
10. Portishead – Third




01. Kings Of Leon – Only By The Night
02. Fleet Foxes – Fleet Foxes
03. Coldplay – Viva La Vida or Death And All His Friends
04. Vampire Weekend - Vampire Weekend
05. Glasvegas - Glasvegas
06. Duffy - Rockferry
07. TV On The Radio – Dear Science
08. Elbow – The Seldom Seen Kid
09. Raconteurs – Consolers Of The Lonely
10. Nick Cave – Dig!!! Lazarus Dig!!!




01. TV on the Radio – Dear Science
02. Bob Dylan – Tell Tale Signs: The Bootleg Series Vol. 8
03. Lil Wayne – Tha Carter III
04. My Morning Jacket – Evil Urges
05. John Mellencamp – Life, Death, Love and Freedom
06. Santogold – Santogold
07. Coldplay – Viva la Vida or Death and All His Friends
08. Beck – Modern Guilt
09. Metallica – Death Magnetic
10. Vampire Weekend – Vampire Weekend




01. Bon Iver - For Emma, Forever Ago
02. Portishead - Third
03. The Very Best - Esau Mwamwaya & Radioclit are The Very Best
04. Dungen - 4
05. Taylor Swift - Fearless
06. Lil Wayne - Tha Carter III
07. Ashton Shepherd - Sounds So Good
08. Benga - Diary Of An Afro Warrior
09. Flying Lotus - L.A. EP 1 x 3
10. Cat Power - Jukebox



01. Bon Iver – For Emma, Forever Ago
02. Amadou And Mariam – Welcome To Mali
03. Elbow – The Seldom Seen Kid
04. Glasvegas - Glasvegas
05. Kings Of Leon – Only By The Night
06. MGMT – Oracular Spectacular
07. Vampire Weekend - Vampire Weekend
08. Kanye West – 808s And Heartbreak
09. Portishead – Third
10. TV On The Radio – Dear Science



01. Fleet Foxes – Fleet Foxes
02. Cut Copy – In Ghost Colours
03. Paul Weller – 22 Dreams
04. Nick Cave – Dig!!! Lazarus Dig!!!
05. Bon Iver – For Emma, Forever Ago
06. Aidan John Moffat – I Can Hear Your Heart
07. Al Green – Lay It Down
08. Kanye West – 808s And Heartbreak
09. REM – Accelerate
10. My Morning Jacket – Evil Urges


01. Portishead - Third
02. Fleet Foxes - Fleet Foxes
03. TV On The Radio - Dear Science
04. Bon Iver - For Emma, Forever Ago
05. Vampire Weekend - Vampire Weekend
06. Elbow - The Seldom Seen Kid
07. Neon Neon - Stainless Style
08. Nick Cave & The Bad Seeds - Dig!!! Lazarus, Dig!!!
09. Kings Of Leon - Only By The Night
10. Paul Weller - 22 Dreams

domingo, 7 de dezembro de 2008

Day & Age - The Killers

Depois dos dois bons primeiros álbuns, Hot Fuss (2004) e Sam's Town (2006), o The Killers volta no fim de 2008 com Day & Age. Integrante do chamado "Novo Rock" (iniciado em 2001 com os Strokes), a banda iniciou sua trajetória com um rock dançante de referências oitentistas, depois partiu para uma espécie de rock de arena, bem ao estilo Bruce Springsteam. E agora segue testando novas sonoridades e referências. Vamos a um faixa-a-faixa de Day & Age para tentar entender o novo trabalho.


1) Losing Touch (4'15") - Começa vigorosa, perfeita para abrir um álbum, e de repente entra um naipe de metais... causa estranhamento, mas funciona, torna até a música mais divertida. O refrão é ganchudo e também funciona muito bem. Bela faixa, mas no final fica a dúvida: "Esse é o Killers do Hot Fuss, do Sam's Town ou nenhum nem outro?". Bem, ainda não há como constatar, quem sabe mais adiante...

2) Human (4'05") - O que é isso? Erasure? Madonna? Não, apenas o Killers fazendo tecnopop. O resultado é bastante curioso. "Are we human, or are we dancers?" pergunta Brandon Flowers. Se em Hot Fuss a referência aos anos 80 é sutil, aqui ela é escancarada, até nostálgica. Certamente a faixa vai ter milhões de remixes, mas a original com certeza já deve bombar em qualquer pista de dança.

3) Spaceman (4'44") - Mais tecnopop, só que agora um pouco menos Pet Shop Boys e mais New Order. No geral é uma música feliz apesar da letra lembrando filmes de ficção científica, se assemelha a alguns sons do Hot Fuss.

4) Joy Ride (3'33") - Faixa (bem) dançante, guitarras funkeadas, metais e (acho) percussão. Irresistível. O clima de "noitada no cassino" é contagiante. Só faltou um refrão mais marcante, mas mesmo assim a peteca não cai.

5) A Dustland Fairytale (3'45") - Aparentemente uma balada conduzida por piano e teclado, bastante dramática. Até que se inicia um crescendo interminável. Interminável mesmo, a música acaba e parece que ainda não chegou no auge.

6) This Is Your Life (3'41") - Começa com uns vocais graves estranhos e um baixo estalado, parece que a qualquer momento vai entrar o coro de Tarzan Boy (alguém lembra?). Algo como Bono e The Edge tocando com o Erasure aditivado de uma dosinha de testosterona, mas não muita. Vou ouvir A Little Respect e já volto.

7) I Can't Stay (3'06") - Timbres cafonas, parece uma salsa, mas a melodia vocal é muito boa. Dá para imaginar Brandon Flowers dançando vestido com um collant tipo Freddie Mercury.

8) Neon Tiger (3'05") - Música de andamento moderado, que no final soa arrastado. Apesar do bom refrão, não acrescenta muito ao álbum.

9) The World We Live In (4'40") - O verso lembra o The Cure em sua fase mais dançante, o próprio Flowers parece evocar o descabelado Robert Smith nos vocais. Boa surpresa.

10) Goodnight, Travel Well (6'52") - Música soturna, contraponto a quase tudo ouvido anteriormente no álbum. Também remete ao Cure, mas dessa vez ao lado sombrio mesmo. A letra é triste que chega doer, principalmente na parte final, quando Flowers grita "there's nothing I can say, there's nothing I can do now". O álbum poderia terminar aqui.

11) A Crippling Blow (3'36") - Faixa alegre e saltitante, até meio caricata. Não que seja ruim, mas Goodnight, Travel Well fecharia o álbum com mais classe.


Ao ouvir Day & Age por inteiro percebemos que é muito mais Hot Fuss do que Sam's Town, mas com ressalvas. As referências oitentistas, aqui aparecem muito mais explícitas que no primeiro álbum da banda, mas o problema é que isso não acontece de maneira uniforme. Ao mesmo tempo que temos Human, totalmente tecnopop; temos Neon Tiger, bem mais contida e sóbria; e ainda toda a densidade de Goodnight, Travel Well. Isso, de certa forma, causa um desequilíbrio na unidade do álbum.

É claro que essa "uniformidade" não é uma regra, mas nesse caso a falta dela tornou o álbum um tanto quanto bagunçado. Algumas músicas são imperdíveis, mas como um todo, a coisa desanda.

Por outro lado, é interessante ressaltar que entre as bandas do tal "Novo Rock" (Strokes, Franz Ferdinand, Bloc Party, Artic Monkeys, etc), o Killers é uma das que mais se arrisca, o que mesmo os deixando em situação de risco, é louvável.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Algo estranho no ar...

Realmente 2008 é um ano atípico. Nossos abastados vizinhos de cima estão em crise, ainda por cima elegeram um presidente negro. Guns'n Roses enfim lança, após quase duas décadas, o aguardado (ou já desacreditado) Chinese Democracy. Por fim, outro fato inusitado, o real motivo desse post: Radiohead confirma shows no Brasil.

Após anos de especulação e "quase confirmações", Thom Yorke e sua trupe desembarca no Brasil. No Rio de Janeiro em 20 de março de 2009, na Praça da Apoteose; e em São Paulo em 22 do mesmo mês, na Chácara do Jockey.

Os ingressos começam a ser vendidos a 0h dessa sexta-feira (05 de dezembro) pela internet, e a partir das 9h na bilheteria do Maracanãzinho (RJ) e do Pacaembú (SP). A expectativa de todos é que os 30 mil ingressos colocados a venda em São Paulo e os 35 mil do Rio de Janeiro acabem bem rápido. O preço é único, R$ 200 sem choro, estudante paga meia.

O show faz parte de um festval chamado "Just a Fest", as informações são de que ainda integram o evento mais uma banda internacional e duas nacionais, ainda não reveladas.

Quanto as nacionais, não ouvi nada a respeito ainda, mas a especulação por parte da banda gringa aponta para três possíveis nomes: Portishead, Sigur-Rós e Spiritualized.

Portishead seria fantástico não? Uma das melhores bandas da história recente do rock (talvez possa até aumentar esse parâmetro), Radiohead no caso, e os donos de um dos melhores, senão o melhor álbum de 2008, o Portishead e seu fantástico Third.

Estou me esquematizando, não posso perder esse show por nada. Aliás, se alguém souber de alguma caravana (essa palavra me lembra programa do Sílvio Santos) que parta de algum lugar perto dessas banda que moro, me avise por favor.

Que venha Radiohead, estamos esperando (muito) ansiosos...

sábado, 15 de novembro de 2008

Curto e Grosso: Skank e Oasis


Banda: Skank
Álbum: Estandarte
Produtor: Dudu Marote
Filho de: Beatles com Mano Negra com Supergrass com o próprio Skank
Retrospecto: A banda vem desde o começo da carreira passando por mutações, sempre surpreendendo. Após o dancehall dos primeiros álbuns, passaram por um processo de "beatlelização" que culminou no grandioso e experimental Cosmotron (2003). Em Carrossel (2006), buscaram uma sonoridade menos rebuscada, com influências de folk. Agora em Estandarte, voltam os metais e os "deredauns", mas acompanhados de belos rocks.
Música de Trabalho: Ainda Gosto Dela (participação de Negra Li)
Top 3: Canção Áspera, Escravo e Renascença
Comentário Geral: Mais uma vez o Skank se reinventa e apresenta um legítimo álbum de pop rock nacional, um exemplo a ser seguido por todas as bandas que se aventuram nesse ingrato mercado.
Nota: 9




Banda: Oasis
Álbum: Dig Out Your Soul
Produtor: Davi Sardy
Filho de: Beatles (de novo) com The Who com The Doors com Drogas
Retrospecto: Após os dois primeiros álbuns, os essenciais Definitely Maybe (1994) e (What's the History) Morning Glory (1995), o Oasis lança o chapado Be Here Now (1997), que apesar de trazer grandes hits é um trabalho instável. Na sequência os Galagher vêm há anos batendo na trave. Em Don't Believe the Truth (2005) apareceram mais "maduros", mas ainda assim não conveceram. Agora com o novo álbum mergulharam em guitarras barulhentas e psicodelia.
Música de Trabalho: The Shock of Lightning
Top 3: Bag It Up, Waiting for the Rapture e High Horse Lady
Comentário Geral: Talvez não seja o álbum que o Oasis estava devendo, mas com certeza é o mais divertido e empolgante de vários anos.
Nota: 8

domingo, 2 de novembro de 2008

Araçatuba e Grandes Shows


É, parece que Araçatuba está começando a se tornar um lugar legal para se ver bons shows. Tudo bem, sei que é cedo para uma constatação como essa, mas para uma cidade movida musicalmente por duplas sertanejas e grupos de pagode, poder conferir no prazo de um mês shows de gente como Ludov, Nação Zumbi e Tom Zé, é um sopro de esperança. Isso sem contar no Pub Rock Beer, que além de sua (boa) programação tradicional, já nos trouxe Matanza, Rock Rocket e Autoramas (tá bom vai, Medulla também).

O grande problema da vinda desses shows para Araçatuba, pelo menos no caso dos três últimos (Ludov, Nação e Tom Zé), é que a divulgação não tem o alcance que deveria. Instantaneamente vem o argumento de que shows como esses têm um público restrito mesmo e tal... até concordo, mas não acho que por ser de certa forma "para poucos"(não gosto desse termo), tem que ser mantido em guetos, sempre para os mesmos, creio que quanto mais divulgação melhor, considerando o orçamento para isso claro.

Ludov e Nação Zumbi vieram por meio do projeto Cena Independente Paulista, Araçatuba foi uma das quatro cidades escolhidas para sediar o evento. O Ludov infelizmente não pude ver, mas soube que foi bem fraco de público. O Nação Zumbi, considerando a pífia divulgação do evento, achei que o público foi até razoável. O show foi muito bom, focado no repertório do álbum mais recente, Fome de Tudo, mas com espaço para os clássicos Maracatu Atômico, Manguetown e outros. Som impecável, bom repertório e presença de palco marcante, ou seja, o essencial para um grande show.

Realizado na última quinta-feira, 30 de outubro, pelo Sesc, o show do Tom Zé contou com uma divulgação um pouco maior do que os que já citei, mas ainda assim poderia ter atraído um público muito maior. De qualquer forma, o show me surpreendeu, e muito. Não imaginei que fosse tão bom, não conhecia muitas músicas e não estava tão empolgado, mas fui.

Em alguns momentos imaginei que estivesse em um espetáculo de stand up comedy, tamanha a carga performática do baiano. Entre as músicas, longas e divertidas explicações, contextualizações e conversas mesmo, literalmente um bate-papo com o público, que acompanhava extasiado o que o cantor dizia, e convenhamos: iriam morrer de rir mesmo se ele contasse a piada do pintinho sem cu, mas de qualquer forma estava valendo.

O show foi curto, poucas músicas e muita conversa, mas por outro lado, uma banda afiadíssima - os "crescendos" da música 2001 foram de arrepiar - e uma entrega, liderada pelo maestro Tom Zé, que não se vê com freqüência nem nas bandas iniciantes mais motivadas, digo isso desprovido de qualquer saudosismo, quem me conhece sabe que não penso assim.

No final das contas tive certeza que presenciei um grande show, com a ressalva de que poderia ter atraído mais pessoas, mas tudo bem. Vão dizer que se tivesse muita gente ia estragar o clima intimista do show. Entretanto, quem viu, com certeza irá concordar que com aquele domínio de palco, seria indiferente 10 ou 10 mil pessoas assistindo.

Ficamos então na espera de mais shows, que isso melhore cada vez mais. Parece que o Vanguart está a caminho pela segunda vez, fica o aviso, não percam.

domingo, 7 de setembro de 2008

Keep on Rockin' in the Free World

Há um tempo postei aqui no blog uma "Resenha Fictícia" sobre o Júnior Lima (sim, o da Sandy). Pois bem, a profecia se realiza, não exatamente como escrevi, mas lá vem o rapaz com uma banda de ROCK 'N ROLL. Bem assim mesmo, grande, forte, barulhento, com direito a ImI e tudo, pelo menos é o que os integrantes da banda levam a crer.

O grupo, chamado Nove Mil Anjos, é formado pelo baixista Champignon (ex-Charlie Brown Jr.), pelo guitarrista Peu Souza (ex-Pitty), Perí (ex-O Guarani, hehe, sei lá de onde esse cara veio) nos vocais e Júnior na bateria. Pois é, parece que o filho do Xororó não vai cantar.

Eles prometem "muito barulho" no vídeo postado na página da banda. Aliás, um vídeo que mostra um pouco da "vibe" do grupo. Júnior de moicano abraçando Champignon, no melhor estilo "somos irmãos", Peu cantando Hey, Hey, My, My com o baixista fazendo beatbox (nem o pobre Neil Young escapou) e o vocalista... onde diabos estava o vocalista?

O álbum, que está sendo gravado em Los Angeles, tem, segundo o portal G1, produção do argentino Sebatian Krys.

Confira o vídeo.