Nunca tinha ido ao Planeta Terra Festival, e nem a qualquer outro festival desse porte (interior é foda). Dito isso, não tenho qualquer base comparativa, mas o que posso dizer é que gostei muito. Tudo me pareceu funcionar bem, é claro que tive que encarar filas, pequenos tumultos e tudo o mais... mas em uma aglomeração de pessoas dessa o estranho seria se não houvesse nada disso. Ouvi de vários amigos: “fila? É que você não foi no SWU!”. É, acho que optar pelo Terra foi um acerto, claro que não só por isso, mas por questões logísticas de quem mora a 600km da capital.
sábado, 27 de novembro de 2010
Meu Planeta Terra
Nunca tinha ido ao Planeta Terra Festival, e nem a qualquer outro festival desse porte (interior é foda). Dito isso, não tenho qualquer base comparativa, mas o que posso dizer é que gostei muito. Tudo me pareceu funcionar bem, é claro que tive que encarar filas, pequenos tumultos e tudo o mais... mas em uma aglomeração de pessoas dessa o estranho seria se não houvesse nada disso. Ouvi de vários amigos: “fila? É que você não foi no SWU!”. É, acho que optar pelo Terra foi um acerto, claro que não só por isso, mas por questões logísticas de quem mora a 600km da capital.
sábado, 30 de outubro de 2010
Araçatuba e a "Família Simonal"

Quinta-feira (28), na parte da tarde, eu no meu serviço...
Eu: você viu? vai ter aquele esquema do Sesc na praça hoje!
Amiga: que esquema?
Eu: show de Max de Castro e Simoninha, homenageando o, falecido, pai deles Wilson Simonal!
Amiga: aff, nunca ouvi falar de nenhum dos três...
E assim Araçatuba esperava ansiosamente o show Baile do Simonal. Fiquei na dúvida se ia ou não. Conheço pouco da carreira do cara, apenas as mais famosas, mesmo que estas sejam mais de 10, talvez. E os trabalhos dos seus dois filhos nunca me despertaram maiores interesses, mas vendo alguns vídeos no You Tube acabei sendo convencido, além do que, era na praça, gratuito.
A ironia já começou no local do show, Praça Getúlio Vargas, ao lado de uma delegacia. Só faltava a praça se chamar Emílio Garrastazu Médici. O palco foi montado na quadra de basquete, a frente de um halfpipe e próximo a alguns aparelhos de ginástica destinados a terceira idade. Agora imagine o público específico, ou tribo (se bem que a moda agora é chamar de Família), de cada um desses lugares da praça, reunido para assistir o show! e ainda somado a neo-hippies, curiosos e bêbados de plantão. Ah, também tinha alguns fãs do Simonal.
Toda essa pluralidade do público araçatubense em atrações culturais, especialmente gratuitas, entretanto, não assusta mais. Já estamos acostumados. Eu mesmo contribui com o samba do crioulo doido (sem trocadilho), pois trajava uma camiseta do Them Crooked Vultures, absolutamente em sintonia com o espetáculo em questão.
Algumas cadeiras foram colocadas a frente do palco, possivelmente para a “família terceira idade”, que deve ter saído da malhação e ido ao show. O fato curioso da noite é que não avistei emos ou garotos coloridos, devo estar ficando míope, pois eles estão em todos os lugares.
Quando cheguei, o show já havia começado. Posicionei-me ao fundo da quadra, com uma boa visão do palco. Na frente, o público prestava bastante atenção, um pouco mais atrás parecia feira livre, rodinhas de pessoas conversando e tomando cerveja, mal lembrando que acontecia uma apresentação.
As musicas conhecidas, até para quem jurava que não conhecia nenhuma, como “Meu Limão, Meu Limoeiro”, fizeram quase todo mundo cantar. Empolgado com a interação, Max de Castro tentou montar um “acorde perfeito”, como ele mesmo disse, incitando três partes da platéia (esquerda, direita e fundão) a cada uma vocalizar, ao mesmo tempo, uma nota regida por ele. Resultado: com o acorde formado não dava para tocar nem Surfin’ Bird com o Ramones.

Teve também o momento de “lalalalalalalaa”, “só os homens”, “só as mulheres”... só não foi constrangedor, com a pífia resposta do público, porque na volta da música (que não me lembro qual é, afinal todas tinham “lalalalalala”) a banda fez um crescendo sensacional.
Talita, amiga e fã do Simonal, que encontrei por lá, passou boa parte do show me zoando, dizendo que eu parecia uma estátua e não dançava, ao contrário de muitos ali. Mas em dado momento da apresentação, assisti de camarote um espetáculo a parte, um casal dançando exatamente na minha frente. O homem, aparentemente com umas cervejas a mais na cabeça, era quem conduzia a dança, no melhor estilo “dance como se ninguém estivesse olhando”, tamanha era a falta de entendimento entre os dois, mas foi bonito (e, especialmente engraçado) de se ver. Estavam felizes.
Antes de tocar “Aqui é o País do Futebol” Simoninha começou a conversar com o público, primeiro perguntando sobre os grandes times de São Paulo, aquele velho artifício que sempre dá certo. Depois perguntou se Araçatuba tinha time de futebol, aí a confusão se estabeleceu na plateia. Alguns ensaiavam falar do Tigrão (Atlético Araçatuba), outros falavam que a cidade não tinha time, já que a equipe citada está com a situação indefinida, até onde eu sei. Em meio a essa dúvida, a secretária de esportes da cidade berrava insanamente “Basquete Clube e Volei Futuro”. Não preciso dizer que essas equipes não são de futebol. Lembrando que o time de vôlei é nova mania entre os araçatubenses, devido aos bons resultados recentes e às contratações de medalhões do vôlei nacional.
Enquanto o impasse futebolístico corria, ouvi um grito vindo do fundo: “hey, música vai”. O que me lembrou do tempo em que fazia cursinho. Sempre que algum professor se desviava do assunto alguém gritava “hey, aula vai”. E normalmente eram os alunos filhinhos de papai, que mal sabiam o que acontecia em sala.
Outro momento “falando com as paredes” foi quando Max de Castro, ao iniciar uma música, disse empolgado: “Quem quiser levantar da cadeira, tá liberado”. Prontamente uma mulher que filmava o show com um celular, na beira do palco, fez um sinal quase que suplicante para que o pessoal ficasse de pé. Resultado: “vshhh vshhh” (bola de feno passando).
Antes que algum leitor diga: “hey, música vai”, digo que o show foi bastante interessante. Bom repertório e banda afiadíssima. O baixista, que se não me engano, se chama Robinho, é um monstro. Simoninha e Max de Castro também não fazem feio, mesmo não sendo cantores excelentes são bons de palco e têm carisma.
Estava tudo lá: Sá Marina, Nem Vem Que Não Tem, Tributo a Martin Luther King, Vesti Azul, Está Chegando a Hora e por aí vai... resumindo: o show foi ótimo, mas o público araçatubense continua sendo o grande destaque. Se bem que, acho que o Simonal adoraria essa zona toda.
Fotos: Talita Rustichelli
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Painel de Discos - Primeiro Semestre 2010

Ps: Clique na imagem que ela fica um pouco maior.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Faixa a Faixa: Efêmera - Tulipa Ruiz

De Onde: São Paulo, Brasil
Banda base: Tulipa Ruiz (Vocal), Gustavo Ruiz (Guitarra), Luiz Chagas (Guitarra), Márcio Arantes (Baixo), Duani (Bateria) e Stéphane San Juan (Percussão)
Site: tuliparuiz.blogspot.com - twitter.com/tuliparuiz - www.myspace.com.br/tuliparuiz
Disco: Tulipa Ruiz
Ano: 2010
Produtor: Gustavo Ruiz
01 - Efêmera (3’45”): Abre o disco suavemente. A voz de Tulipa, com leveza e agudos precisos, já impressiona quando entra na música. No meio da canção metais fazem belas harmonias, remetendo até ao Los Hermanos, do Ventura. Na verdade, a referência tanto de um como de outro, é mais a sambas antigos, mas também vale a conexão atual. Além da voz, os arranjos sutis e cheios de detalhes chamam atenção com uma dinâmica certeira. O coro é feito pelo trio Negresko Sis, formado por Anelis Assumpção, Céu e Thalma de Freitas. Bela abertura de disco já ganha pontos por todo o resto.
02 – Pontual (2’59”): Levada bem diferente da anterior, mas a sutileza dos arranjos permanece intacta. A bateria, de ritmo quebrado em alguns momentos, muda de andamento várias vezes, mas sem descaracterizar a música. A letra, levemente debochada, fala de um atraso para uma sessão de cinema.
03 – Do Amor (4’31”): Começa com voz, violão e percussão. E a voz mais uma vez encanta com uma linda linha melódica. Os outros instrumentos vão entrando gradativamente, começando com um piano. A banda entra toda no momento que Tulipa explora belos agudos em uma vocalização que vai até o fim da música, quando os instrumentos vão sumindo também gradativamente. Uma das músicas mais emocionantes do disco.
04 – Pedrinho (4’02”): A letra narra uma estranha relação com o Pedrinho: “Pedrinho parece comigo, mas bem resolvido com sua nudez”,”É meu amigo querido e até dormiu comigo no mesmo lençol”. O refrão, com melodia descendente diz com certa tensão: “Pedro esta cantiga não fala de amor/Mas querido, esse som acho que me instigou”. Tensão que aumenta no final, quando Tulipa faz vocalizações enquanto o coro, composto por Leo Cavalcanti, Juliana Kehl, Mariana Aydar, Tatá Aeroplano e Tiê, repete o refrão de forma quase autoritária, como se advertindo o personagem da canção.
05 – A Ordem Das Árvores (3’19”): Representante “udigrúdi” do disco, impossível não lembrar de Gal Costa. Até o timbre dos instrumentos remetem ao desbunde brasileiro da década de 70, mas não pense em um pastiche barato, tudo tem seu devido charme e ligação com as tendência da “nova MPB” (!?).
06 – Sushi (4’11”): A música é marcada, na primeira metade, por constantes breques no instrumental, o que garante a tensão da música, mas até nesse momentos é nítida a imagem da Tulipa cantando com a naturalidade de quem vai ao supermercado fazer compras. A música termina com mais uma bela vocalização emoldurada pelos arranjos certeiros de Gustavo Ruiz.
07 – Brocal Dourado (3’27”): Bateria e baixo bem marcados, o baixo, tocado por Kassin, aliás salta aos ouvidos inevitavelmente. A música segue truncada e “abre” no refrão. Além da participação de Kassin, o coro é feito por Iara Rennó, Thalma de Freitas e Anelis Assumpção.
08 – Aqui (4’23”): Instrumental fragmentado que encontra unidade na linha vocal. Apesar de ser uma das músicas mais longas do disco, a letra é curta, mas sem muitas repetições, e sim bons momentos instrumentais.
09 – Às Vezes (4’06”): Uma das músicas mais festejadas do disco. Também a mais pop, com um que da ingenuidade charmosa dos anos 80, a junção da letra (do pai da cantora e guitarrista da banda, Luiz Chagas) com a melodia operam um pequeno milagre, fazem com que a música – extremamente urbana – tenha um ar quase bucólico.
10 – Da Menina (3’41”): Outra de letra simples e curta, narra com delicadeza uma menina se tornando mulher.
11 – Só Sei Dançar Com Você (3’41): Harmonia e instrumentação claustrofóbicos, a tensão aumenta até dar espaço ao belo refrão. A participação de Zé Pi (Druques) na guitarra e dividindo os vocais com Tulipa é muito boa. A conexão das vozes nos dá a ideia exatamente da dança esquizofrênica descrita na letra. Não tinha maneira melhor de terminar o disco.
Só Sei Dançar Com Você
sábado, 26 de junho de 2010
Faixa a Faixa: Das Kapital - Capital Inicial

De Onde: Brasília, Brasil
Formação: Dinho Ouro Preto (Vocal), Yves Passarel (Guitarra), Flávio Lemos (Baixo) e Fê Lemos (Bateria)
Discos que já lançou: Capital Inicial (1986), Independência (1987), Você Não Precisa Entender (1988), Todos os Lados (1990), Eletricidade (1991), Rua 47 (1995), Capital Inicial Ao Vivo (1996), Atrás dos Olhos (1998), Acústico MTV (2000), Rosas e Vinho Tinto (2002), Gigante! (2004), MTV Especial: Aborto Elétrico (2005), Eu Nunca Disse Adeus (2007), Capital Inicial Ao Vivo Multishow (2008)
Site: http://www.capitalinicial.com.br/ - twitter.com/capitalinicial - www.myspace.com.br/capitalinicial
01 - Ressureição (3’56”): Irônico o título da faixa que abre o disco, considerando o grave acidente que Dinho Ouro Preto sofreu em 2009. Música intensa, sem a “cara” dos muitos hits da banda, talvez pela letra – não tão explícita como de costume – ou pela falta de apelo maior no refrão. Parceria de Dinho com o eterno “parceiro desconhecido” Alvin L., que a propósito, assina junto com Dinho 9 músicas do álbum: Ressurreição, Como Se Sente, Eu Quero Ser Como Você, A Menina Que Não Tem Nada, Não Sei Porque, Melhor, Eu Sei Quem Eu Sou, Marte Em Capricórnio e Vivendo e Aprendendo.
02 – Depois Da Meia Noite (3’20”): A primeira música de trabalho segue a cartilha dos sucessos do Capital Inicial pós anos 80: pop rock simples, refrão fácil e letra óbvia, nesse caso até infantil: “Dias de verão/e noites de inverno/a cidade as vezes, é um inferno/criei então, um universo/onde tudo era perfeito/e feito prá nós dois”. Sucesso garantido.
03 – Como Se Sente (2’54”): Começa tensa e discreta, mas logo depois se transforma em um típico rock dançante do Killers, ou será do New Order? A letra, estilo autoajuda, é um desfile de frases feitas, como “tudo tem preço”, “a vida ensina”, “aprenda a lição”, “nunca diga nunca mais” e “o mundo dá voltas”.
04 – Eu Quero Ser Como Você (3’02”): É a primeira balada do disco. Começa no piano que, apesar da banda entrar logo, conduz a música toda. O “eu” do título, diz na letra que se sente perdido e quer ser feliz e inabalável como o “você”, provavelmente uma garota, talvez um amigo. Nada que fuja muito do habitual.
05 – A Menina Que Não Tem Nada (2’46”): Começa como candidata a hit. A sequência de acordes é marcante, lembra inclusive a base de O Passageiro, versão do Capital para The Passenger de Iggy Pop. O refrão de A Menina..., entretanto, é fraco e coloca a perder o potencial pop da música.
06 – Não Sei Porque (3’13”): Boa balada levada no violão, mas o solo de guitarra soa muito óbvio, tanto na escolha das notas quanto no timbre. A melodia vocal traz algo de Skank.
07 – Melhor (2’17”): Com pouco mais de 2 minutos, a música é rápida e eficiente. Em alguns momentos surgem uns teclados que remetem novamente ao Killers. Mesmo a referência soando muito artificial, é algo válido por fugir um pouco ao padrão.
08 – Vamos Comemorar (3’44”): Mais uma balada. Vai crescendo com mudanças bruscas na harmonia até culminar em um refrão dramático, onde Dinho se arrisca em tons mais altos do que costuma cantar. Ainda há espaço para uma mudança de andamento no final, acelerando a música.
09 – Eu Sei Quem Eu Sou (3’51”): A letra sugere cenários fantásticos, algo como Alice No País Das Maravilhas: “Ela imagina flores/com cores que não existem em nenhum jardim/tem amigos imaginários/que prá toda pergunta/respondem sim”. Conta com uma série de mudanças de andamento.
10 – Marte Em Capricórnio (2’58”): Rock direto com melodia quase inteira em uma nota só, com direito a berros no refrão. A mais “pesada” do disco.
11 – Vivendo E Aprendendo (3’00): Clima de fim de álbum, ou fim de show. Começa com violão e palmas, que acompanham quase toda a música. Pensando bem, o clima está mais para rodinha de violão.
Depois Da Meia Noite
terça-feira, 22 de junho de 2010
Faixa a Faixa: The Drums

De Onde: Nova York, Estados Unidos
Formação: Jonathan Pierce (Vocal), Jacob Graham (Guitarra), Adam Kessler (Guitarra) e Connor Hanwick (Bateria)
O que já lançou: Summertime EP (2009)
Site: www.thedrums.com - twitter.com/thedrumsforever - myspace.com/thedrumsforever
Disco: The Drums
Ano: 2010
Produtor: Jonathan Pierce
01 - Best Friend (3’29”): As primeiras notas comprovam que não haverá surpresas desagradáveis, é o mesmo Drums do ótimo EP lançado em 2009. A música vai crescendo até chegar no grudento e ótimo refrão. É algo como um pós-punk desleixado com um vocalista de voz desleixada, ou seja, cool.
02 - Me And The Moon (3’15”): O início, na bateria, da a impressão que o Robert Smith, da fase inicial do Cure, vai entrar cantando a qualquer momento, mas quando entra a voz, a música remete a Strokes. E mais uma vez, um refrão ótimo.
03 - Let’s Go Surfing (2’58”): Essa deliciosa faixa já é conhecida, presente no EP citado. Posso falar que o refrão é ótimo novamente?
04 - Book Of Stories (3’40”): Segue o esquema das anteriores. Melodias simples, crescentes e bonitas.
05 - Skippin’ Town (3’24”): O início começa dar sinais de que as músicas são todas muito parecidas, mas quando entra o refrão você pensa: “quem se importa?”, coros e palmas ajudam o instrumental minimalista, escoltado por um teclado tipicamente gótico/pós-punk.
06 - Forever And Ever Amen (4’30”): É o primeiro single e a música mais longa do disco. A melodia é contagiante, uma das melhores do album.
07 - Down By The Water (3’28”): Também presente no EP, é a faixa mais lenta do disco, na verdade é a única lenta, lentíssima por sinal. A bateria se limita ao bumbo e (provavelmente) a uma meia lua, no fim também entra uma caixa desfigurada por efeitos. Tudo isso somado a um vocal em tom alto e desesperado.
08 – It Will All End In Tears (3’47”): A música é boa, mas aqui os timbres e o esquemão melancólico começam a dar sinais de cansaço.
09 – We Tried (3’48”): Aqui a melodia segue por linhas um pouco diferenciadas do resto do álbum, mas no geral a fórmula é a mesma.
10 – I Need Fun In My Life (3’29”): O título diz tudo sobre essa música melancólica e desleixada, mas bonita.
11 – I’ll Never Drop My Sword (3’50): Começa no violão, novidade! Mas apesar do instrumento, atípico no disco, conduzir quase toda a música, o andamento segue como as anteriores. Aqui, com violão, guitarras, teclado, bateria e coro (a banda usa uma guitarra no lugar do baixo) o som ganha mais corpo, mas não há um refrão forte como nas primeiras faixas.
12 – The Future (4’09”): Música com um que enigmático. Não sei exatamente o porque, mas me lembrou o encerramento do OK Computer, com The Tourist. Coroa muito bem a ótima estréia do The Drums.
Forever And Ever Amen
terça-feira, 25 de maio de 2010
Impressões sobre a Virada Cultural em Araçatuba
Bealtes 4 Ever na Praça Getúlio Vargas
Grupo Cia. Paulista de Artes
A cantora envolveu o numeroso público
A banda certa no lugar errado
